O Pivô Boulevard recebe o lançamento do catálogo “Era do Escambo”, da exposição individual do artista Daniel Jorge, neste sábado, 15 de novembro, às 17h, com ativação da cozinha por Ana Paula de São Tomé de Paripe.
O lançamento contará com o bate-papo “O peso que não tem medida”, entre o artista e a diretora artística fundadora do Pivô, Fernanda Brenner, responsável pelo texto curatorial da exposição.
Na conversa, artista e curadora propõem uma imersão na concepção, pesquisa e montagem da exposição. A partir das camadas simbólicas e materiais que atravessam o trabalho do artista, a conversa discute os sistemas de troca e deslocamento que constituem seu fazer artístico e orientam a exposição.
A exposição “Era do Escambo” e o lançamento do catálogo são uma realização da Paulo Darzé Galeria. A mostra pode ser visitada até 22 de novembro, de segunda à sexta, das 9h às 19h, e, aos sábados, das 9h às 13h.
📍Lançamento catálogo “Era do Escambo” de Daniel Jorge
15 de novembro
Sábado, 17h
Pivô Boulevard, Rua Boulevard Suíço, 11A, Nazaré
Entrada gratuita
Ficha técnica do catálogo “Era do Escambo” de Daniel Jorge:
* Coordenação: Paulo Darzé e Thaís Darzé
* Texto Curatorial: Fernanda Brenner
* Texto Crítico: Mayã Fernandes
* Direção criativa de foto e vídeo: Renan Benedito
* Assistente de fotografia: Júlio Alves
* Foto do artista: Manuela Lourenço e Peu Campos
* Direção de arte: Leyla Beraldo
* Coordenação Editorial e Diagramação: P55 produções
* Revisão: Richard Sanches
Visual Artist, born in Minas Gerais and raised in Rio de Janeiro, Daniel Jorge currently lives and works in Salvador, Bahia.
At the intersection of utopia and pragmatism, Jorge explores the relationships between space, territory, time, occupation, memory, settlement, weight, body, and proportion through a peripheral and diasporic perspective. By revealing essential materials and elements tied to the imagination of civilization and the practices of Afro-diasporic peoples, Jorge constructs new images of identity rooted in belonging and a sense of place.
His thinking and creative process are anchored in fractal geometry and abstraction, materializing in tangible works that span painting, sculpture, photography, installation, and performance. In his material compositions, stone, clay, ore, and repurposed materials emerge as fundamental elements to discuss and critique contemporary “methods” of apartheid.
Daniel Jorge’s work embodies a symbiosis between life and death, ethereal and physical bodies, pragmatism and utopia, abstraction and imagination. His Black body serves as both a compass and a symbol within this uneven cartography, traversing distinct histories from rural landscapes to Brazil’s peripheries and quilombos. It amalgamates the existence of this dissident body, using materials to critique and highlight the calamities of climate change and their impact on Brazil’s peripheral and rural zones. Stretching time between childhood memories and contemporary movements, Daniel Jorge challenges territorial possibilities and redefines existence through each piece of his work.

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