PT | EN |
MENU
FILTROS
MENU
AGENDA
Campo Aberto Ciclo I 2024
25/05 – 26/05/24
Entrada gratuita
Sábado 13h - 19h | Domingo 12h - 18h

Visite o Campo Aberto, evento de ateliês abertos que compartilha com o público os processos de pesquisa do primeiro ciclo de residentes do Pivô Pesquisa 2024!

A programação do encontro conta com conversas, palestras, leituras poéticas, apresentações de dança, entre outras modalidades de troca que os residentes organizaram coletivamente para apresentar os desdobramentos dos seus processos no programa de residência artística do Pivô.

O Ciclo I tem participação de Sergio Chavarria, Soñ Gweha, María Carri, Bruno Moreno, Dariane Martiól, Gabz 404, Gisele Lima e Kent Chan.

A coordenação geral do Pivô Pesquisa 2024 é de Mônica Hoff e equipe do Pivô.

 

PROGRAMAÇÃO

 

Sábado, 25/05

16h

“Some long rhymes or maybe songs”

Leitura Poética

Por Kent Chan

Local: corredor em frente ao ateliê do artista

17h

“Kôô/Achatina/lgbin: queerótica de caracóis e espiral do tempo”

Apresentação de pesquisa

Por Soñ Gweha, com participação de Anna Carolina Bueno

Sinopse: Depois que a tempestade acalma, pensamos..
Soñ Gweha descreve a sua pesquisa como uma viagem pessoal entre vários vinis, espaços-
tempos, com a sua circulação no triângulo Atlântico, dos Camarões à França e ao Brasil onde
chegou com um caracol Achatina.
Em busca da sabedoria espiritual ligada aos caracóis Kôô e habitada por almas milenares,
plantas curativas, forças eróticas da natureza participantes do equilíbrio da vida – ainda
consideradas uma ‘praga’ por serem ‘invasivas’ – a artista se interessa nas memórias de saberes
em declínio e estratégias perigosas de criação, que permanecem em rastros, encontros,
oralidades, sons e vibrações dissidentes.

Local: ateliê da artista

 

18h

“Nascimento do Vento”

Ensaio aberto de dança

Por Bruno Moreno

Sinopse: Um ambiente coreográfico construído para instaurar a vitalidade, a decomposição e a
imobilidade enquanto dança.

Local: Expositivo 2

BLOG DO PIVÔ

Publicação de texto de Maria Carri “The Curator as a Listener [O Curador como Escutador]”.

Domingo, 26/05

16h

Conversa entre Soñ Gweha e Atelier Stela Kehde sobre o processo de cerâmica e queimas alternativas.

Local: ateliê da artista

17h

“Nascimento do Vento”

Ensaio aberto de dança

Por Bruno Moreno

Sinopse: Um ambiente coreográfico construído para instaurar a vitalidade, a decomposição e a
imobilidade enquanto dança.

Local: Expositivo 2

Entre 28 e 31/05

SER TRANS EM SP BUSCA!

Visando o fortalecimento do arquivo de pessoas trans vivas, o projeto busca pessoas trans, travestis e não-binárias interessadas em participar dos ensaios fotográficos e entrevistas.

Preencha o formulário aqui para participar.

Por Gabz404

Local: ateliê da artista

Artistas
Kent Chan

Kent Chan é artista, curador e cineasta. Sua prática gira em torno de nossos encontros com arte, ficção e cinema que formam um triunvirato de práticas porosas em forma, Conteúdo e contexto. Ele tem particular interesse no imaginário tropical, nas relações passadas e futuras entre calor e arte, e contestações aos legados da modernidade como epistemologia por excelência. As suas obras assumiram a forma de imagem em movimento, texto, performances e exposições.

Ele é ex-residente da Gasworks, Jan van Eyck Academie, NTU Centre for Contemporary Art Singapore e Medialab Matadero. Realizou apresentações individuais e em duas pessoas na Gasworks, Kunstinstituut Melly, Bonnefanten Museum, National University Singapore Museum e de Appel. Os seus trabalhos e filmes foram expostos em instituições e festivais, incluindo Tate Modern, Liverpool Biennial, Videobrasil, International Film Festival Rotterdam, Seoul Mediacity Biennale, Times Museum, EYE Film Museum, Onassis Stegi e Bienalsur. É o vencedor em 2023 do Prémio Paulo Cunha e Silva e do Prémio Concert Art, e vencedor em 2021 do Prémio Foundwork Artist.

Gisele Lima

Gisele Lima é pesquisadora e curadora formada em Teoria, Crítica e História da Arte pela Universidade de Brasília. Desde 2015, se dedica à investigação de processos de criação, trabalho artístico, produção cultural e curadoria. Ao longo de sua carreira, Gisele teve a oportunidade de desenvolver projetos em parceria com empresas como Mira Produção e Arte e Tuîa Arte Produção, atuando em espaços renomados como o Centro Cultural Banco do Brasil, Caixa Cultural, Funarte, Museu Correios e Museu Nacional da República.

Como curadora, Gisele teve importantes realizações, incluindo co-curadoria da mostra Triangular – Arte deste Século (2019/2020) na Casa Niemeyer – UnB, eleita a melhor exposição coletiva institucional pela revista Select (2019) e curadoria convidada da 14ª Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba, com a mostra Contraforte (2019). Além disso, ela ganhou o primeiro edital de curadoria da Galeria OMA (2018) Co-curadora da exposição “Depois da Cidade” no Centro Cultural TCU – DF.

Em 2019 assume a diretoria da Pilastra, onde desenvolve o compromisso de promover o desenvolvimento artístico, profissional e engajado dos participantes, buscando contribuir para o cenário da arte contemporânea e promover outras perspectivas artísticas a partir do olhar dissidente.

Sergio Chavarria

Graduado em Licenciatura em Artes Visuais na ENPEG “La Esmeralda”, fez parte do Programa Educacional da SOMA na geração de 2022 e foi contemplado com a bolsa Jóvenes Creadores do FONCA (2020-2021) na categoria de fotografia.

Sua prática investiga as expressões culturais desenvolvidas pelas comunidades com as quais trabalha, por meio dos materiais e conhecimentos disponíveis. Interessa-se em encontrar possibilidades para expandir os limites do determinismo social e cultural, pesquisando como as práticas documentais se inserem e, sobretudo, aproveitam as metodologias da arte contemporânea. Busca que seu trabalho seja uma mistura entre o documento e suas qualidades narrativas, com a reinterpretção subjetiva e pessoal das materialidades próprias dos contextos que investiga.

Em 2019, participou do projeto colaborativo “PARA K KIERES SABER ESO?”, ao mesmo tempo em que realizou sua primeira exposição individual intitulada “PICO DE GALLO” como parte do ciclo de exposições da ENPEG “La Esmeralda”. Em 2020, fez parte da exposição coletiva “Growing pains”, com curadoria de Juan Pablo Rosas na galeria “Mashimon”, e da exposição coletiva “Simular una ventana” no Balcón Espacio, no âmbito do Fotoseptiembre 2022. Participou da décima edição do Salón ACME, sendo premiado com o “Prêmio do salão”. Em abril de 2023, integra o programa “residencies in transit” no Hangar C.I.A, em Lisboa.

Soñ Gweha

A prática artística de Soñ mobiliza diferentes modos de expressão (música/som – sob o pseudônimo SOÑXSEED), vídeo, performance, instalação, escultura (cerâmica) e prática coletiva e diferentes imaginários passado-presente-futuro (utópicos, eróticos, espiritual) em uma busca pela liberdade das normas sociais e harmonia entre humanos e não-humanos, entre os vivos e os não-vivos, o visível e o invisível entre dois mundos. A artista compõe com imagens em movimento, escritos poéticos, conversas de arquivo, gestos corporais, tecidos e matéria de frutas e plantas, ervas, bem como momentos de culinária.

Nesta perspectiva, a artista extrai de sua herança cultural camaronesa e afrodiaspórica, e de um ambiente intelectual afrofeminista e queer, ferramentas e materiais para explorar os mecanismos de cura e sobrevivência, as noções de intimidade e alegria a partir das quais elæ cria experiências imersivas.

Publicadx na antologia Sex Ecologies (2021, MIT Press) e na revista Afrikadaa Magazine, Soñ está dando continuidade à sua escrita teórico-poética como parte de sua tese no Phd in Practice em Viena.

Elæ apresentou sua exposição individual “A Quiet Storm Blowin'” em Viena em 2023 no Kunstraum Niederoesterreich. As obras de Soñ Gweha, seus DJ sets e performances foram apresentados na Academy of Fine Arts Vienna (“The Taste of Water”, 2022-23), no Palais de Tokyo em Paris, e na Galeria Municipais de Portugal (“Sarah Maldoror, Cinema Tricontinental”, 2021-22), no Kunsthall Trondheim da Noruega (“Sex Ecologies”, 2021), no Mumok de Viena (2022), no Arsenic-Lausanne (2022), na La Station Culturelle, Martinica (2022), Bétonsalon em Paris (2020), a Mostra des Artes Cênicas Negras em Porto Alegre (2020), o Musée des Civilisations Noires em Dakar (2018), o TU-Théâtre de l’Usine em Genebra (2020), o Kaiku Club em Helsinque (2019), o Magasin des horizons – CNAC Grenoble (2019), o Musée du Quai Branly em Paris (2019), e o Centre Pompidou (2017).

Soñ Gweha também contribuiu para o ciclo Afrocyberféminismes no Gaîté Lyrique em Paris em 2018, co-criado por Oulimata Gueye. A artista também trabalha com o coletivo suíço KitchensProsper desde 2021e na revista Atayé desde 2016.

María Carri
María Carri é uma cientista política, educadora e curadora de Buenos Aires. Sua prática interdisciplinar concentra-se em processos e explora novas maneiras de promover o pensamento crítico e o trabalho colaborativo. Ela possui um mestrado em Estudos Curatoriais pelo Center for Curatorial Studies, Bard College, em Nova York, e uma graduação em Ciência Política pela Universidade de Buenos Aires. Além disso, realizou estudos de pós-graduação em história da arte argentina e latino-americana pela Universidad de San Martín, e em antropologia social e política pela Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales, em Buenos Aires, Argentina.

Em 2018, participou do Programa de Artistas e Curadores na Universidad Torcuato Di Tella. María dirigiu escolas de educação popular inspiradas na teoria do pedagogo brasileiro Paulo Freire e trabalhou no Departamento de Educação do Museo de Arte Moderno de Buenos Aires. Também ocupou posições no Kunstinstituut Melly, em Rotterdam (Curatorial Fellow), e no Bard College Berlin (Curadora Convidada). María recebeu bolsas do Ministério Nacional da Cultura na Argentina e bolsas acadêmicas nos Estados Unidos e na Argentina.

Ela co-curou a exposição Ñande Róga, baseada na pesquisa no arquivo de Feliciano Centurión no Instituto de Estudos sobre Arte Latino-Americana (ISLAA) na cidade de Nova York, no Hessel Museum of Art. Recentemente, curou a exposição Silät, que apresentava têxteis produzidos pela Thañí, uma organização de tecelãs indígenas do povo Wichí das comunidades de Santa Victoria Este (Salta, Argentina).

Bruno Moreno

Partindo da dança como uma maneira de inventar concepções políticas de corpo, suas criações oscilam entre a performance, a instalação e o vídeo.
Seus trabalhos se inclinam para deslocar o corpo humano da posição de protagonista e único agenciador de performatividades.

Formado em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo, é artista residente do CAMPO arte contemporânea, em Teresina, desde 2018. Participou do programa de residências do Espaço Alkantara (Lisboa), além de se apresentar na Mostra VERBO da Galeria Vermelho (São Paulo). Seus trabalhos em vídeo já participaram da Mostra de Cinema de Tiradentes, Festival Short Waves (Polônia), Short Out (Itália), da revista de práticas artísticas Accesos do Museu Reina Sofia (Madri), além de integrar o acervo de obras do Museu de Arte Contemporânea do Paraná.

Como performer, é colaborador desde 2014 da Demolition Incorporada, plataforma de criação do coreógrafo Marcelo Evelin, com a qual já se apresentou em festivais como o KunstenFestivaldesArts, Bienal Sesc de Dança, Kyoto Experiment, entre outros.

 

Dariane martiól

Dariane Martiól é artista visual, doutoranda e mestre em Artes Visuais; bacharela em Pintura e licenciada em Filosofia. Em 2021 foi premiada no 17° Salão de Arte Contemporânea de Guarulhos. Em 2022 participou do 32° Programa de Exposições do CCSP e em 2023 foi artista residente na segunda edição do Fórum de Foto Performance.

Sua pesquisa é impulsionada pelo questionamento das normas sociais e pela experimentação estética
e tecnológica. Adota uma abordagem transdisciplinar para refletir sobre a natureza humana e as complexidades do desejo. Investigando o erotismo em sua dimensão política, enfatiza a importância de descolonizar o inconsciente e tornar a vida ativa no mundo para gozar de uma existência plena.

Trabalha em parceria com sua mãe, Adair Martiól (1952) e suas produções incluem fotografias, crochês,
poesias e pinturas, explorando os conceitos de família, maternidade e envelhecimento.

Gabz 404

Gabz 404 é artista visual, fotógrafo autodidata, pesquisador, ativista, escritor e astrólogo que investiga como dissidências de gênero desafiam e desestabilizam o status quo.

Seus projetos buscam refletir sobre corporalidades e sua relação com a sociedade atual. Elementos como
(des)identidade, memória, comunidade como cura, ecologia, emergência climática, novas tecnologias,
inteligência artificial e o cosmos estão presentes em seu corpo de trabalho. É criador do projeto “ser trans” e co-diretor do longa “Intransitivo: um documentário sobre narrativas trans”.

Realizou as exposições ‘ser trans: des/identidades e impermanência’, no Espaço Força e Luz (Porto Alegre) e ‘Desmoronamento’, no Retrato Espaço Cultural (Rio de Janeiro). Participou de exposições coletivas, mostras, festivais e conversas no Brasil, Alemanha, Portugal e Estados Unidos, com destaque para Museu Memorial do RS, Bochum Biennale, Casa de Cultura Mário Quintana, Cinema São Jorge Lisboa, Galeria Plexi, Festival Imaginária, SESC Quitandinha e Instituto Goethe.

Publicou três zines do projeto “ser trans” (ed. Austral), indicados para o prêmio Açorianos de publicação livro de artista, e autopublicou o zine “queda livre e um segredo” – todos selecionados no Festival ZUM.

0
    0
    Carrinho de Compras
    Seu Carrinho está vazioVoltar à Loja