O Pivô Salvador e o Grupo Ecoarte convidam para uma exibição especial de vídeos fulldome no Planetário da UFBA, apresentando uma experiência imersiva sobre o Parque Marinho da Barra e a pesquisa no mar da Antártica.
Após a exibição, haverá um debate com mediação da Prof. do IHAC Karla Brunet e participação das artistas Alberta Whittle e Licida Vidal, atuais residentes do Pivô Salvador como parte dos projetos Litoral do Limite / The Ocean’s Edge e Instabilidades Costeiras, em diálogo com os integrantes do projeto Fundo da Folia.
A entrada é gratuita e a retirada dos ingressos deve ser feita pelo sympla.
Junte-se a nós para explorar os desafios e as belezas dos nossos oceanos e contribuir para a conversa sobre arte e ciência.
Litoral do Limite / The Ocean’s Edge integra um projeto internacional realizado pelo Pivô (Brasil) e Invisible Dust (Reino Unido), em parceria com a TBA21–Academy, com apoio do Instituto Guimarães Rosa e do British Council, no âmbito do Ano da Cultura Reino Unido–Brasil 2025–26.
Explorando os Mares: Parque Marinho e Antártica
Exibição de vídeos fulldome e conversa aberta
27 de janeiro (terça-feira)
Das 18h30 às 19h30
No Planetário da UFBA
Av. Milton Santos, 485 – Ondina UFBA, Salvador, Bahia
Karla Brunet é artista e pesquisadora. Possui doutorado em Comunicação Audiovisual pela Universitat Pompeu Fabra, em Barcelona, com bolsa CAPES, e mestrado em Artes Visuais pela Academy of Art University, em São Francisco, também com bolsa CAPES.
Participou de exposições de fotografia e arte no Brasil, na Europa, no Oriente Médio e nas Américas do Norte e do Sul. Entre 2009 e 2011, foi coordenadora do Labdebug.net, laboratório de mídia voltado a mulheres e tecnologias livres. Em 2012, atuou como curadora do FACMIL/LabMAM, laboratório de mídia arte do Museu de Arte Moderna da Bahia. Em 2014 e 2015, realizou pesquisa de pós-doutorado na Universität der Künste Berlin. Em 2020 e 2021, foi pesquisadora visitante no LaboLuz da Universitat Politècnica de València, na Espanha, e no Medialab da Universidade Federal de Goiás, com bolsa CAPES Print.
Atualmente, é professora do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências, do ProfArtes e do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal da Bahia, onde coordena o Ecoarte, grupo interdisciplinar dedicado às relações entre arte, tecnologia e meio ambiente.
Suas práticas artísticas envolvem fotografia, videoarte, visualização de dados, ambientes sensoriais, arte híbrida, performance audiovisual, webart, mapeamento artístico, divulgação científica e jogos, com foco em experiências na natureza.
Alberta Whittle (Bridgetown, Barbados) é artista e vive e trabalha em Glasgow. Formou-se em Belas Artes pelo Edinburgh College of Art e concluiu o mestrado na Glasgow School of Art em 2011. Em 2024, obteve o doutorado pela University of Edinburgh e, atualmente, atua como Research Associate na University of Johannesburg, na África do Sul.
Seu percurso expositivo inclui mostras individuais na Nicola Vassell, Nova York (2025); Mount Stuart, Isle of Bute (2024); Institute of Contemporary Art, Filadélfia (2024, com Dominique White); Institute of Contemporary Art, Los Angeles (2023); Scottish National Gallery of Modern Art, Edimburgo (2023); Holburne Museum, Bath (2023); Scotland + Venice, 59ª Bienal de Veneza (2022); University of Johannesburg Gallery (2021); Jupiter Artland, Edimburgo (2021); Glasgow International (2021); Grand Union, Birmingham (2020); e Dundee Contemporary Arts (2019).
Entre as exposições coletivas selecionadas estão Soulscapes (Dulwich Picture Gallery, Londres, 2024); Black Atlantic: Power, People, Resistance (The Fitzwilliam Museum, Cambridge, 2023); Soft and weak like water (14ª Bienal de Gwangju, 2023); British Art Show 9 (2021–2022); Moving Bodies, Moving Images (Whitechapel Gallery, Londres, 2022); Black Melancholia (CCS Bard Hessel Museum of Art, 2022); Sex Ecologies (Kunsthall Trondheim, 2021); e Life between islands: Caribbean British Art 1950s – Now (Tate Britain, Londres, 2021).
Alberta Whittle recebeu, entre outros reconhecimentos, o Paul Hamlyn Foundation Award (2022), o Turner Bursary (2020), o Frieze Artist Award (2020), o Henry Moore Foundation Artist Award (2020) e o Margaret Tait Award (2018–2019).
Seu trabalho integra coleções institucionais como as do Advanced Research Centre da University of Glasgow, Arts Council Collection, Art Gallery of Ontario, The Contemporary Art Research Collection (Edinburgh College of Art), Glasgow Museums Collection, Government Art Collection, The McManus (Dundee), National Galleries of Scotland e University of St Andrews.
Lícida Vidal é artista visual, vive e trabalha em Ubatuba-SP. Cursou Ciências Sociais (USP). Através de ações performáticas, fotografia, vídeo e instalações, sua pesquisa atravessa questões sobre gênero e natureza no cenário das emergências climáticas. Esse círculo por saberes subalternizados, experiências íntimas e pesquisas acadêmicas se traduzem nos seus trabalhos em uma procura de criar estratégias para devolver autonomia a corpos e territórios. A argila e a água, são as suas principais matérias que possuem uma carga simbólica dentro deste debate sobre interdependência, escala, territórios, diversidade e coexistência no processo de colapso da era do combustível fóssil.
Integra o Coletivo Vozes Agudas, junto ao Ateliê397. Em 2020 realizou residência na Usina de Arte, (PE), em 2021 participou da exposição Dizer Não realizada pelo Ateliê 397, em 2022 da exposição Estamos Aqui no Sesc Pinheiros, em 2023, realizou a Residência na Usina Luis Maluf (2023), participou da exposição Zonas de Sombras da Pinacoteca de São Bernardo do Campo, e da Residência Respiro Rural em 2024 e realizou a individual Oceano Febril, Galeria Luis Maluf, participou da 14o Mostra 3M de Artes – Biomorfos, Parque da Luz.

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