1987, vive e trabalha em São Paulo, SP e Rio de Janeiro, RJ
Julia Retz (Campinas, São Paulo, 1987) é graduada em Artes Visuais e Design na Gerrit Rietveld Academie, Amsterdã (NL) e mestra em Arquitetura de Interiores pelo curso Studio For Immediate Spaces do Sandberg Instituut em Amsterdã (NL).Trabalha na intersecção de artes visuais, design de mobiliário e arquitetura de interiores transitando entre múltiplas linguagens. Através da montagem de diversos componentes cria instalações ‘sensíveis ao contexto’. Muitas vezes sua prática inicia-se numa conversa com o outro de forma a compreender as intenções e desejos, resultando em composições espaciais que combinam materiais e condições e refletindo a forma como experienciamos o espaço.Seu trabalho existe em escolas, galerias, residências e espaços públicos que podem ser funcionais ou não. Seu objetivo é abrir e animar um espaço transcendendo a funcionalidade convencionalmente vinculada a objetos e estruturas predeterminadas. Ela quer repensar uma sala de aula, um quarto, um espaço público, encontrando um caminho para além do papel definido desses espaços. A artista questiona como os espaços que habitamos podem ser mais inclusivos e sensíveis a diversas formas de vida.
Participou de residências internacionais, dentre as quais: Capacete, Rio de Janeiro, Galeria CAVE, Tóquio (JP) e EEA – European Exchange Academy, Beelitz Heilstätten (DE). Entre as exposições que participou, destacam-se: Flâneuses? com curadoria de Aurelia Defrance, La Box_ENSA, Bourges (FR); Arte Naïf – Nenhum Museu a Menos com curadoria de Ulisses Carrilho, Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV), Rio de Janeiro; Design Brazil 21st Century com curadoria de Fernanda Sarmento, Liceu de Artes e Ofícios, São Paulo (BR); Space Proposal – CAVE Gallery, Tokyo, (JP); An Apartment for a Gymnastic teacher – Part II, The Office of the Imaginary, Amsterdam (NL); This way Brown – Project Expanded Performance: The City School, The Stroom, Den Haag (NL).Também participou de comissões públicas de Design de mobiliário e teve seu trabalho adquirido pelo Instituto Casa do Choro, Rio de Janeiro apoiado pelo Ministério da Cultura do Rio de Janeiro; projetou o mobiliário para o Café do Museu de Arte Contemporânea da Estônia, Tallinn (EE); teve seu trabalho de mobiliário adquirido pela Escola Nacional de Arte de Bourges (FR), dentre outros.
A artista participou do Ciclo I do Pivô Pesquisa 2023.
Este projeto é uma realização da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo e do Pivô Arte e Pesquisa, por meio do Programa Municipal de Apoio a Projetos Culturais PROMAC, instituído pela Lei n°15.948/2013.

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