1961, vive e trabalha em São Paulo, Brasil
Em seu trabalho, Paulo Monteiro desenvolve sua reconciliação contínua com as formas duais da pintura e da escultura explorando de maneira contínua as margens e os limites da forma. Desse modo, utiliza o espaço negativo como um meio, fazendo com que as pinturas pareçam esculturas e as esculturas pareçam pinturas.
Monteiro iniciou sua prática artística em 1977, reunindo, de modo precário, pedaços de madeira em composições que sugeriam simultaneamente movimento e colapso, concentrando-se na expressão do material. Entre 1983 e 1985, integrou o grupo Casa 7, ao lado de Carlito Carvalhosa, Fábio Miguez, Nuno Ramos e Rodrigo Andrade. No fim dos anos 1980 e no início da década de 2000, Monteiro mergulhou em sua prática escultural. Seu retorno à pintura, feito há mais de uma década, trouxe um novo nível de consciência à sua obra, na qual a tinta é empurrada para os cantos da tela, criando fronteiras vigorosas, físicas.
Seu trabalho integra inúmeras coleções permanentes, incluindo: The Museum of Modern Art (MoMA), Nova York; Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP), São Paulo; Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo; Museu de Arte Contemporânea de São Paulo (MAC-SP), São Paulo; Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ), Rio de Janeiro; Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC-Niterói), Rio de Janeiro; e Start Museum, Xangai.

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