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SOBRE SATÉLITE
LISTA DE ARTISTAS
UV Estudios
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Em 2015 surgia o UV Estudios desde as profundezas das performances e perucas como uma residência/galeria/projeto de trabalho participativo e de exposição em uma casa na cidade de Buenos Aires. Seu espírito desafiador e inspirador permitiu explorar a arte em colaboração, realizando mais de 70 exposições, performances, festas, feiras internacionais e intensas colaborações com outros projetos na América Latina e no Caribe. Em 2020, o UV transformou-se, colocando fim a UV Galeria, e se tornando um escritório de projetos. Hoje é apresentado como um espaço de pesquisa, diálogo e colaboração com artistas, curadores, gerentes, galerias, instituições, amigos e outras exposições ao redor do mundo. Em dezembro de 2022, abre seu novo espaço na cidade de Santa Fé. O UV Estudios foi curador do Pivô Satélite 2023.  
Arte Pará
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O Arte Pará chegou, em 2022, na sua 40ª edição e surgiu do projeto idealizado pelo jornalista Romulo Maiorana (1922-1986), no início dos anos 80, de criar um espaço de apoio ao artista paraense e um diálogo da região Norte com o país. Num momento da história em que a Amazônia não gerava expectativas em âmbito global, Maiorana despertou a sensibilidade do público por meio da função social da arte, a partir de um espaço de encontro e estímulo aos artistas.

O Arte Pará nasceu com a vocação de estabelecer a presença da Amazônia no mapa das artes como um salão. Ao longo de suas edições ininterruptas, tornou-se um projeto de arte e educação nacional e lugar de troca intelectual entre artistas, curadores e agentes culturais, além de espaço de reflexão e crítica, que legitima jovens artistas emergentes. Há mais de 20 anos, Paulo Herkenhoff, um dos críticos de arte e pensadores mais relevantes do país, está à frente do Arte Pará, como curador geral do evento.

Com trajetória profissional que articula o trabalho institucional e a pesquisa inovadora, Paulo foi curador adjunto no departamento de pintura e escultura do Museu de Arte Moderna de Nova York, o MoMA (1999-2002), curador geral da Bienal de São Paulo e curador do Pavilhão brasileiro na 47a Bienal de Veneza. Foi consultor da IX Documenta Kassel, na Alemanha (1991). Para ele, o Arte Pará tem “importante papel de socialização da arte, desenvolvido pelo processo educacional, muito mais que mercado de arte’’.

O projeto educativo do Arte Pará é um dos mais abrangentes no âmbito nacional e oferece um parâmetro de relacionamento entre um complexo de comunicação e inserção social da arte.

Vânia Leal
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Mestre em Comunicação, Linguagem e Cultura.  Curadora Educacional do Projeto Arte Pará desde 2007 até o presente momento. Atua na área de curadoria e pesquisa em Artes, tendo participado  de júris de seleção e premiação e organizações de salões. Avaliadora de seleção Rumos Itaú Cultural edição 2015 e 2016. Avaliadora de seleção Rumos Itaú Cultural 2017/2017. Curadora indicadora Prêmio Pipa 2017. Curadora da Exposição Mastarel: Rotas Imaginais da artista Elaine Arruda no Banco da Amazônia em 2019 – Belém-PA. Curadora Exposição Tecidos de Certeza da artista Elisa Arruda na Galeria Elf em 2019 – Belém-PA. Comissão de Seleção do 24º Salão Anapolino de Arte – em 2019. Comissão de Seleção do Edital Rumos Itaú Cultural 2019/2020. Curadora da Exposição Em Casa da artista Elisa Arruda no Banco da Amazônia no ano de 2021, Belém -PA. Organizadora da Coleção Guajará para o Museu de Artes Plásticas de Anápolis GO no ano de 2021. Curadora da Exposição da Coleção Eduardo Vasconcelos nas Galerias Theodoro Braga e Benedicto Nunes no Centur em Belém PA no ano de 2021. Júri do Programa de Residências do Instituto Inclusartiz – RJ em 2022. Comissão Julgadora do 32º Programa de Exposições CCSP – Centro Cultural São Paulo 2022. Curadora da Exposição da Coleção Eduardo Vasconcelos – Desnudo - 2022. Curadora adjunta do Projeto Arte Pará 2022. Curadora da Exposição A Inversão do cotidiano da artista Elisa Arruda na Galeria Ruy Meira em Belém, Pará, 2022. Curadora da exposição Gravado na Alma da Coleção Eduardo Vasconcelos no Banco da Amazônia em Belém Pará, 2023. Curadora da primeira Bienal das Amazônias em 2022 e 2023. Vive e trabalha em Belém.
Violeta Mansilla
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Violeta Mansilla (Santa Fé, Argentina, 1987) trabalha como curadora, produtora, hostess, gerente, professora e advogada. Desde 2015, é diretora do UV, um projeto de residência, pesquisa e exposição que, de 2015 a 2020, funcionou em uma casa no bairro de Villa Crespo, em Buenos Aires, onde foram realizadas mais de 60 exposições individuais e coletivas, perfuchs, apresentações, workshops e festas. Desde 2022, abriu suas portas em uma nova casa no centro histórico da cidade de Santa Fé. Trabalhou com galerias, instituições e projetos em toda a Argentina, bem como na América Latina, Europa e Estados Unidos. Alguns de seus trabalhos de curadoria incluem “MD” na Fundación ICBC (Buenos Aires) em 2017; “LCD LSD LED”, no Museo Arte Contemporáneo (Montevidéu) em 2018; “Sub-versiones” na Galería KM (Porto Rico) em 2019, “Camp Fires” no Last Tango, Shedhalle e Tanzhaus em (Zurique) em 2021, “Invernadero Club” no Toxi Space (Zurique). Seu trabalho foi analisado no ARTFORUM, ARTnews, The art Newspaper, Terremoto, entre outros. De 2020 a 2022, trabalhou como curadora do Programa de Residência da Fundação Ama Amoedo, no Uruguai. Violeta vive e trabalha entre Buenos Aires e Santa Fé.

Foi curadora do Pivô Satélite 2023.

Mónica Heller (Buenos Aires, 1975) trabalha com animação, pintura e vídeo. Ao longo da sua carreira criou animações 2D e 3D, utilizando tanto estratégias de produção amateur como modelos CGI retirados de bibliotecas de código aberto e gratuitas. A natureza autodidacta da sua abordagem à tecnologia digital e a dedicação artesanal que coloca em cada uma das suas peças lançaram as bases para uma ética de trabalho de DIY que caracteriza e distingue tanto a sua produção variada como o lugar que ocupa dentro da cena artística argentina. As suas obras têm sido exibidas individual e coletivamente em todo o mundo. Entre os vários prémios que recebeu nos últimos anos, destacam-se: o Primeiro Prêmio do Prêmio Andreani (2017), o Prêmio Estímulo do 72º Salón Nacional Castagnino + Macro Museum (2017) e o Terceiro Prêmio do Prêmio Fortabat (2021). Representou a Argentina na 59ª Exposição Internacional de Arte de La Biennale di Venezia, em 2022.   Participou do Pivô Satélite 2023

Artista Visual e Mestre em Artes pela Universidade Federal do Pará. Atualmente é Doutoranda em Artes pela UFPA. Ela trabalha com diversas linguagens, entre vídeos, desenhos, instalações em neon, tendo a palavra e a autoficção como norteador estético, a palavra como suporte poético, expandindo e atravessando sentidos. Como artista tem participado de exposições e projetos no Brasil e no exterior, como: Eu, mesmo sem farol, segui, Espaço Cultural Silveira Athias, Belém, 2023; Matéria Difusa, um olhar sobre a coleção MACRS, Rio Grande do Sul, 2022; Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia, 2021; Praia, Galeria da Gávea, Rio de Janeiro. 2019; Triangular arte deste Século, Casa da Cultura da América Latina, da Universidade de Brasília, Brasília, 2019; Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia, Museu do Estado do Pará, 2019; Salão Arte Pará 2019, Deslendário Amazônico. Museu do Estado do Pará, 2019; Experiência Vertigem, Museu da UFPA, Belém 2019; Outra Margem Outro Um, Casa das Artes, Belém, 2018; O Designo e a Matéria (Sesc Juazeiro do Norte, Alagoas e Fortaleza) – 2018; Salão Arte Pará – 2017; Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia – 2017, 2014 e 2011; O Designo e a Matéria (Sesc Palmas e São Paulo) – 2017; No Limite/ Am Limit, Museu da UFPA – 2017; Extremos, Galeria Guaçuí, Juiz de Fora – 2017; Amazonian Video Art, The Centre for Contemporary Arts – Glasgow, Escócia – 2016; Para ver se o tempo volta,Galeria Fauna, São Paulo, 2015; Alastramento, Ateliê 397, São Paulo, 2015; Meu Coração (Teu) Território, projeto premiado com o edital Bolsa FUNARTE de Artes
Visuais 2014 – 2015, entre outros.

Entre Premiações, Bolsas e Residências, destaca: Prêmio Bolsa de Pesquisa e Criação da Fundação Cultural do Pará (2018), Menção Honrosa no 35o Salão Arte Pará 2016, Bolsa Funarte de Estímulo à Produção em Artes Visuais – 2014; Residência Artística do Centro Cultural São Paulo, sendo realizado no Instituto Hilda Hilst e Atelier Aberto em Campinas – SP – 2014; Bolsa de pesquisa, criação e experimentação – Instituto de Artes do Pará – 2014; Prêmio Mídias Locativas Vivo Art Mov Eco Região Amazônica – 2012; Prêmio Aquisição Salão Pequenos Formatos Unama – PA – 2012; Prêmio Aquisição do Salão Arte Pará – 2011; Bolsa de Pesquisa, Criação e Experimentação – Instituto de Artes do Pará – 2011; Bolsa de Pesquisa em Arte da Fundação Ipiranga – 2009; Bolsa de Residência artistica – IAP + Kunsthaus; Alemanha- 2006. Mapeada pelo projeto RUMOS ITAÚ CULTURAL – 2005/2006. Atua ainda como curadora independente, sendo atual curadora adjunta da Coleção Amazoniana de Arte da UFPA; curadora adjunta do Arte Pará 2019 (Exposição Deslendário Amazônico); Presença em Coleções: Casa da Cultura da América Latina, Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Sesc Nacional, Amazoniana de Arte, Museu Casa das Onze Janelas e Fundo Z.

Participou do Pivô Satélite 2023.

Trabalha com vídeo, performance e unhas postiças. Sua obra examina os limites da identidade, a natureza e cultura, com suas múltiplas produções e ineficácia. Recebeu o Prêmio Nacional de Artes Visuais do Uruguai em 2018. É PADI Diver e atualmente reside entre Buenos Aires e CDMX. Desde 2018 tem um projeto junto com Florencia Rodriguez Giles que trata do poder imaginativo da mundo submarino.   Participou do Pivô Satélite 2023

Florencia Rodriguez Giles explora a relação entre as práticas artísticas contemporâneas e os procedimentos terapêuticos por meios que incluem desenho, vídeo, performance e investigação de práticas pedagógicas experimentais. Desde 2018 tem um projeto junto com Emilio Bianchic que trafega o poder imaginativo do mundo
submarino. É graduada pela Escola Nacional de Belas Artes Prilidiano Pueyrredon e mergulhadora certificada Padi. Em 2006 continuou seu treinamento com Nicola Costantino. No ano seguinte frequentou a clínica de arte Diana Aisenberg e, entre 2010 e 2011, participou da Kuitca Scholarship / Torcuato Di Tella University.

Seu trabalho foi apoiado por inúmeras bolsas de estudos, incluindo o National Endowment for the Arts, a Fundação Antorchas, do Ministério da Cultura da Nação Argentina e o Centro Nacional de Artes Plásticos da França (CNAP). Em 2016 recebeu o primeiro prêmio Braque Muntref e, em 2019, o primeiro Prêmio Federico Klemm. Ele também participou das residências do Palm Heights Hotel, (Ilhas Cayman. 2022); Le Magasin- Centre National d’Art Contemporain, (Grenoble, França. 2017); Frac Loraine (Metz, França. 2016); Cité Internationale des Arts (Paris, França. 2016-2017); Paradise Air (Japão. 2015); Arcus Studio Residency for Artists, (Japão. 2014); e AIT- Arts Initiative Tokyo (Tóquio, Japão. 2009).

Entre suas performances individuais e exposições destacam-se: Symtomario (Museu de Arte Moderna de Buenos Aires, 2022), Ronco Oceânico (Bienal de Performance, 2019), Biodelica (Galeria Ruth Benzacar, 2018); EsquizoPicnic (Museu Reina Sofia, Espanha, 2018); sessão Liminoid (Palais de Tokyo, França, 2016); Strabisme Internet (Galerie Bendana-Pinel, 2016); Hiperestesia (Muntref, 2016).

As possibilidades terapêuticas da prática artística faz parte de seus campos de pesquisa. Neste âmbito vale destacar sua passagem pelo Clube de Artes e Lazer (La Plata, 2021-); GAYA (A Prata, 2019); INHA (Paris, 2019); EHPAD, Solexine, (G.E.M.) (Grenoble, 2017-18); serviço de atendimento Cuidados paliativos adultos no Hospital Legouest (Metz, 2016); Instituto de Menores Luis Agote (Bs. As; 2014); Hospital Infantil Ricardo Gutierrez, área de Cuidados Paliativos (2010-2016).

 

Participou do Pivô Satélite 2023

Antropólogo com formação pela Universidade de São Paulo (USP) e pela Universidade Federal do Pará (UFPA), atuando como professor e pesquisador na interface entre a antropologia urbana e os estudos de gênero e sexualidade. Ingressou no campo das Artes Visuais em 2019, de forma independente, a partir de uma foto-performance intitulada “Movimento-Ação”, realizada na Ilha de Cotijuba (PA). Em 2020, iniciou seu processo criativo para a produção de “Corpo (in)finito?”, um ensaio audiovisual que busca compor narrativas sobre vida e morte na paisagem urbana da cidade de Belém. Nesse mesmo ano, apresentou uma performance homônima orientada para vídeo no Pequeno Encontro da Fotografia (modalidade on-line). Ainda em 2020, teve seu primeiro poema autoral (Cotidiano) publicado em uma Antologia Poética, no Concurso Nacional Sarau Brasil. Em 2022, foi selecionado, na categoria Fomento à Produção de Artistas Emergentes da Amazônia Legal, para compor o 40o Salão Arte Pará. Ainda em 2022, lançou de forma independente o curta-metragem “Corpo (in)finito?”. Seus trabalhos são permeados pela relação entre linguagem textual e corporal, como forma de refletir sobre corpo, gênero, sexualidade, território, espaço urbano, memória e ancestralidade.   Participou do Pivô Satélite 2023.
Bisagra
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Bisagra é um coletivo de arte que pretende funcionar como um ponto de articulação no mundo fragmentado das artes visuais em Lima e na América Latina, criando as condições para a produção de arte e, ao mesmo tempo, encorajando as ligações entre teoria da arte, pedagogia e ativismo. O projeto abriu as suas portas ao público em 2014 como um espaço de arte independente e de base, privilegiando a criação de conteúdos críticos em torno da arte contemporânea através de um programa público variado constituído por workshops, simpósios, residências, publicações, performances e exposições. Ao longo dos seus anos iniciais, o programa de Bisagra sempre foi receptivo ao contexto, fomentando comunidades alternativas para contestar a homofobia dominante, o patriarcado e o racismo que, até hoje, moldam o status quo em Lima. Atualmente o coletivo trabalha como uma organização sem fins lucrativos, na qual a colaboração e a hospitalidade são valores centrais. De fato, em aliança com diferentes "parceiros no crime", nos concentramos no desenvolvimento de plataformas artísticas heterogêneas que respondem e encenam os horizontes epistemológicos, éticos e políticos que desejamos que existam em Lima, no Peru e fora dele. O esforço mais recente de Bisagra é o "Programa de destinos y presagios compartidos", um programa educativo experimental dirigido a artistas e agentes culturais peruanos. O coletivo é atualmente formado pelos curadores Miguel A. López, Florencia Portocarrero e os artistas Eliana Otta, Iosu Aramburu, Andrés Pereira Paz e Juan Diego Tobalina.   Curadores convidados da edição #5 do Pivô Satélite (2022) .
Esteban Igartua (Lima, Peru,1974) faz pinturas e desenhos que retratam paisagens e cenas que ressaltam o aspecto orgânico da vida humana. A fronteira entre o ser humano e o ambiente circundante é indefinida e, em alguns casos, indistinguível. Ele estudou pintura na Pontificia Universidad Católica del Peru, e depois na Slade School of Arts e Byam Shaw, Londres. Em 2003, seu trabalho foi selecionado para a Bloomberg New Contemporaries, que naquele ano teve lugar em Manchester e Londres. Suas últimas exposições individuais incluem: "Coliflor", Proyecto Amil, Lima (2018), "Excursión", Garúa, Lima (2015) e "Campo Ocupado", Revolver Galeria, Lima (2012). Seu trabalho tem sido parte de exposições coletivas no Peru, Reino Unido, Brasil, Espanha, Albânia e Colômbia, e tem sido referenciado em publicações como "77 Contemporary Peruvian Artists" (2017), editado pelo Museu Mario Testino - MATE e New Contemporaries (2003). Em 2019, o Proyecto Amil publicou "Coliflor", reunindo as obras que faziam parte da exposição de mesmo nome, juntamente com textos de escritores peruanos contemporâneos. Atualmente, vive e trabalha em Bristol, Reino Unido.   Genietta Varsi (Lima, Peru, 1991) investiga, de um ponto de vista escultórico,  como a matéria, forma e transforma o ambiente com seu comportamento e vice-versa. Varsi trabalha com metodologias e ferramentas multidisciplinares combinando arte, medicina, bioquímica, ecologia, mecânica e antropologia para pensar e repensar o corpo no cotidiano. Os meios com os quais ela trabalha incluem escultura, desenho, vídeo, som, ações, oficinas e publicações impressas.  A artista realiza mestrado em Cultura Visual, Arte Contemporânea e Curadoria na Universidade do Aalto, (Finlândia). Ela estudou escultura na Pontifícia Universidade Católica do Peru (Lima), e participou das residências artísticas Uberbau_House e Residencia Artística FAAP em São Paulo, Brasil, no Museo de Arte Contemporáneo-Quinta Normal em Santiago do Chile e ganhou a bolsa Artus para a Fundação Delfina em Londres, Inglaterra. Suas últimas exposições individuais incluem: "Pumping Roots", Galeria 35m2, Praga, "Pneumatic Driving" Ginsberg, Lima (2021); “El dedo pulgar es el que ejecuta”, Ginsberg, Lima (2018). Varsi tem apresentado seus projetos em exposições coletivas e festivais de cinema na Europa e América do Sul. Artistas participantes do Pivô Satélite #5

Gianfranco Piazzini Alcántara (Lima, Peru,1984) estudou na Faculdade de Arte da Pontifícia Universidade Católica do Peru. Atualmente trabalha com diferentes mídias, principalmente vídeo, animação, desenho e som. 

Seu trabalho aborda a representação do vazio, a indefinição dos limites e a abstração que permanece quando os limites da língua, da cultura e da razão se expandem. Ele explora a identidade através dos limites do corpo, pelo transplante de conceitos e pela mutabilidade de definições, que são condicionadas pelo tempo e memória. Gianfranco também desenvolve projetos sonoros e editoriais.

 

Diego Vizcarra Soberón (Lima, Peru, 1981) é cineasta de animação, estudou na Escola de Cinema de Lima, Peru e na Escola de Trazos em Madrid, Espanha. Ele parte do surrealismo, da psicodelia, e da poesia para indagar, num espírito crítico, preocupações, reflexões, sonhos ou visões que questionam a nossa condição contemporânea. O artista se interessa pelo estatuto da imagem ou a relação – tanto pessoal como social – com o ambiente natural. 

O seu trabalho tem sido exibido em festivais no Peru, Cuba, México, Porto Rico, Brasil, Argentina e Espanha.

 

Artistas participantes do Pivô Satélite #5

Sylvia Fernández (Lima, 1978) estudou Belas Artes na Escola Superior de Arte Corriente Alterna, participou de várias exposições coletivas e individuais em Lima e no exterior. Estas incluem a exposição individual ‘Volvamos’ com curadoria de Nicolás Gómez Echeverri (Galería del Paseo, 2021), ‘Negar el desierto’ (Museo de Arte Contemporáneo MAC Lima, 2020), ‘Vamos Desapareciendo’ (Salón ACME, 2020) e ‘Conversaciones con Carmen”, exposição com curadoria de Jorge Villacorta (ICPNA Miraflores, 2019). Participou de diferentes concursos, sendo semifinalista no BP Portrait Award (Londres, 2017) e finalista na Fundación Focus Abengoa (Espanha, 2005), ‘Pasaporte para un Artista’ (Lima, 2004), entre outros. Além disso, ela participou de feiras de arte como Arco (Espanha) e Feira de Arte de Colônia (Alemanha).

 

Rodrigo Andreolli (Rayo Wasser) transita pelas artes, exercitando o corpo como elemento de ativação sensível das camadas visíveis e invisíveis da matéria pública. Atua na elaboração de estruturas de produção para projetos de arte multidisciplinares.

Associado à companhia Teatro Oficina Uzyna Uzona (2006- São Paulo), foi artista residente e produtor da Residência para dança LOTE (2011-2014, São Paulo) e artista estrutural do projeto de pesquisa Terreyro Coreográfico (2014-2017, São Paulo), também fez parte da Residência Capacete em Atenas (2017), Mestre em Coreografia e Performance pelo Institute for Applied Theatre Studies (ATW), JLU, Gießen, Alemanha (2018-2022), Pesquisador Afiliado no ACT, Arts, Culture and Technology Program no MIT – Massachusetts Institute of Technology (2020), e Danceweb Scholarship Program 2015 – Festival de Dança de Viena Impulstanz. Alguns dos trabalhos mais recentes são “Matter Mythologies” (2019, Atenas, Grécia), com o apoio dos Creative Europe Mobility Funds – IPortunus; “Zu Verschenken” (2021, Giessen/ Frankfurt, Alemanha); “Vibrações do Ignoto” (2022, Rio de Janeiro, Brasil), performance e instalação em realidade mixada, parte da Conferência dos Museus, comissionada pelo Goethe-Institut Rio de Janeiro, em parceria com o Museu Nacional e Museu de Arte do Rio.

 

Artistas participantes do Pivô Satélite #5

Rita Ponce de León é uma artista visual com foco no desenho e instalação. Atualmente estuda o sistema de técnicas psico-corporais para o desenvolvimento humano proposto pela organização argentina Rio Abierto. Em seu trabalho, se envolve em situações focadas na aprendizagem e participação, levando à geração de encontros humanos efêmeros. Ela se aproxima de práticas como o butoh e vários workshops que abordam o movimento corporal como a origem do conhecimento e da sabedoria. Esta diversidade de processos é condensada por meio de desenhos os quais compartilha em ensaios visuais. Seus trabalhos foram exibidos na 32ª Bienal de São Paulo (Brasil), Kunsthalle Basel (Suíça), Galeria 80M2 (Peru), Museu de Arte Moderna (México), entre outros. Além disso, as suas imagens foram publicadas em Vitamina D2: novas perspectivas no desenho (2013). Atualmente, ela colabora com Yaxkin Melchy, Shinnosuke Niiro, Emilie Sugai, Joelle Gruenberg. Artista participante do Pivô Satélite #5
aarea
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www.aarea.co é uma plataforma curatorial fundada em 2017 que comissiona e exibe trabalhos de arte concebidos especialmente para a internet. As atividades do aarea também se estendem em um programa público de curadorias, cursos, seminários e projetos em parceria com outras instituições de arte. Fundada por Livia Benedetti e Marcela Vieira, o aarea é a primeira instituição de arte nativa da internet no Brasil e vem desenvolvendo projetos em parcerias institucionais, como Bienal de São Paulo, Jeu de Paume (Paris), CCA Wattis Institute (São Francisco), Pivô, Sesc, Pro Helvetia (Suíça) Salón Nacional de Bogotá (Colômbia), entre outros. O aarea já realizou cursos, palestras e atividades educativas em lugares como Universidade de São Paulo, Université Rennes II (França), Universidade Federal do Amazonas, Sesc e Escola Britânica de Artes Criativas.

 

Curadoras convidadas Pivô Pesquisa 2020 Ciclo I e edição #4 do Pivô Satélite (2022) .

Gabriel Massan (Nilópolis, Rio de Janeiro, 1996) é um artista digital de formato misto. Combinando técnicas de storytelling e world-building, ele discute as relações de poder e desigualdade entre performances de vida no espaço virtual. Seu trabalho inclui animação 3D, pintura digital, jogos single-player, realidade virtual e aumentada, tendo ampla distribuição em NFT. https://gabrielmassan.com Artista participante da edição #4 do Pivô Satélite (2022)
Júlia Rocha colabora com processos de dança, escrita e performance. Em 2014 deu início à É selo de língua, por onde experimenta edições textuais e sonoras, com Gustavo Galo. É formada em Comunicação das Artes do Corpo, PUC-SP e cursa o mestrado em Poéticas Visuais na ECA- USP.   Artista do Pivô Pesquisa 2020 Ciclo I e edição #4 do Pivô Satélite (2022)
Pedro Victor Brandão (Rio de Janeiro, RJ, 1985) desenvolve trabalhos em fotografia, pintura, imagem em movimento e experimentação social. Ele busca confrontar tradições artísticas em avaliações sobre o presente e o futuro do capitalismo. Sua pesquisa combina distintos campos do saber, como economia, direito à cidade, cibernética e a atual natureza manipulável da imagem técnica. Pedro é graduado em Fotografia pela Universidade Estácio de Sá e frequentou cursos livres da Escola de Artes Visuais do Parque Lage e da Universidade de Verão no Capacete. Apresentou as individuais “Pintura Antifurto”, na Casa França-Brasil (Rio de Janeiro), “Tela Preparada”, na galeria Sé (São Paulo) e “Forjada e Outras Formas”, na Portas Vilaseca Galeria (Rio de Janeiro), entre outras. Participou de coletivas como “Vivemos na melhor cidade da América do Sul”, na Fundação Iberê Camargo (Porto Alegre), “Take Me, I’m Yours”, na Villa Medici (Roma) e “O Rio é uma Serpente” no SESC (Sorocaba). https://pedrovictor.com.br Artista participou do Pivô Pesquisa 2018 e da edição #4 do Pivô Satélite (2022).
Gabriel Junqueira (Fortaleza, Ceará, 1992) é artista multimídia e explora as relações entre corpo, tecnologia e materialidade em suportes como imagens digitais, esculturas e instalações. Suas pesquisas recentes giram em torno da relação entre espaços construídos e natureza através da criação de paisagens em softwares de visualização arquitetônica em 3D, comumente usados no mercado de empreendimentos imobiliários para simular estruturas a serem construídas. Buscando inspiração na arquitetura corporativa e conceitos de paisagismo, o artista cria locações impossíveis, onde elementos figurativos são rearranjados até a abstração. Como extensão de suas pesquisas em artes visuais, desde 2018 se dedica ao projeto musical “Naves Cilíndricas”. Em 2020 lançou dois álbuns: “Imagens de Desastres Em Alta Resolução” pelo selo Meia Vida e “Névoa” pelo selo Domina. @gabrieljunq @navescilindricas Artista participante da edição #4 do Pivô Satélite (2022)
Raphael Fonseca
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Raphael Fonseca é pesquisador da interseção entre curadoria, história da arte, crítica e educação. No momento prepara a exposição "Sweat", a ser aberta neste ano de 2021, na Haus der Kunst (Munique, Alemanha), com co-curadoria de Anna Schneider. É curador, junto com Renée Akitelek Mboya, da 22ª edição da Bienal_Sesc_Videobrasil, em 2023. Trabalhou como curador do MAC Niterói entre 2017 e 2020. Doutor em Crítica e História da Arte pela UERJ.  Entre suas exposições, destaque para "Vaivém" (CCBB SP, DF, RJ e MG, 2019-2020); "Lost and found" (ICA Singapore, 2019); "Bestiário" (CCSP, 2017); "Deslize <surfe skate>" (Museu de Arte do Rio, 2014) e "Água mole, pedra dura" (1a Bienal do Barro de Caruaru, 2014).   www.raphaelfonseca.net   Curador convidado Pivô Satélite #3
O perfil de Instagram @newmemeseum foi criado no final de julho de 2020. Uma das principais motivações foi o desejo de refletir, com humor e ironia, sobre os mecanismos adotados para sobreviver no/ao mundo da arte e, também, sobre os mecanismos que o mundo da arte nos impinge – à primeira vista, opacos e incompreensíveis. Frequentemente, os memes criados versam sobre experiências pessoais. O @newmemeseum realizou a ocupação virtual Combater ficção com ficção no projeto ofício:web do Sesc Pompéia, São Paulo, que ficou em cartaz de julho a agosto de 2021. Em breve, inaugurará a ocupação integrante da terceira edição do programa Pivô Satélite, São Paulo, intitulada Sexo, Mentiras e Videotape, com curadoria de Raphael Fonseca.   Participante do Pivô Satélite #3
Filha das entranhas misteriosas da mãe Bahia, donde artérias de águas vivas sustentam em fé, abunda. Ventura Profana (Salvador, 1993) profetiza multiplicação e abundante vida negra, indígena e travesti. Rompe a bruma: erótica, atômica, tomando vermelho como religião. Doutrinada em templos batistas, é pastora missionária, cantora evangelista, escritora, compositora e artista visual, cuja prática está enraizada na pesquisa das implicações e metodologias do deuteronomismo no Brasil e no exterior, através da difusão das igrejas neopentecostais. O óleo de margaridas, jibóias e reginas descem possante pelas veredas até inunda-la em desejo: unção. Louva, como o cravar de um punhal lambido de cerol e ferrugem em corações fariseus.
Artista visual. Doutor em Artes Visuais pelo PPGAV/EBA/UFRJ. Em sua pesquisa artística e teórica, investiga a influência de documentações, narrativas e outras formas de "inscrição de si" no modo como as pessoas vivem e como são reconhecidas socialmente. Participa de exposições e de outras atividades de arte desde 2009, entre as principais estão a 5ª Edição do Prêmio Energias na Arte, no Instituto Tomie Ohtake/SP; Filmes e Vídeos de Artistas, na Fundação Iberê Camargo /RS; Abre Alas 10, na galeria A Gentil Carioca/RJ; e 65º Salão de Abril, no Centro Cultural Banco do Nordeste/CE, no qual seu vídeo "Fundos" foi premiado. Em 2019 apresentou a exposição individual "Como faremos para desaparecer", com curadoria de Charlene Cabral, na galeria da Fundação ECARTA, em Porto Alegre/RS. Em 2020 foi um dos artistas indicados ao Prêmio PIPA. cargocollective.com/eduardomontelli   Artista participante Pivô Satélite #3
Laura Fraiz (São Paulo, 1996) é uma artista brasileira e venezuelana que trabalha com vídeo, performance, desenho, pintura, som e escrita. Em sua produção, cria narrativas confessionais e autobiográficas, expondo memórias, segredos e devaneios para investigar relações como realidade e ficção, violência e desejo, controle e desobediência. Graduada em Artes Visuais pela Universidade de Brasília, expôs seu trabalho em diversas cidades do Brasil, assim como na Suíça e em Singapura. Em 2018, foi laureada com o Prêmio Transborda Brasília, com os vídeos Mordente (2017) e Inside My Baby (2006).   Artista participante Pivô Satélite #3
Victor Gorgulho
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Victor Gorgulho (Rio de Janeiro, 1991) é curador, jornalista e pesquisador. Graduado em Jornalismo pela Escola de Comunicação da UFRJ e mestrando em Literatura, Cultura e Contemporaneidade pela PUC-Rio.

Curou as exposições Vivemos na melhor cidade da América do Sul, junto com Bernardo José de Souza (Átomos, Rio de Janeiro, 2016 e Fundação Iberê Camargo, Porto Alegre, 2017); O terceiro mundo pede a bênção e vai dormir (Despina, Rio de Janeiro, 2017); Eu sempre sonhei com um incêndio no museu – Laura Lima & Luiz Roque no Teatro de Marionetes Carlos Werneck (Rio de Janeiro, 2018); Perdona que no te crea (Fortes D’Aloia & Gabriel, Rio de Janeiro, 2019).

Co-curador, com Keyna Eleison, da exposição Escrito no Corpo, em exibição na Carpintaria,  no Rio de Janeiro, até fevereiro de 2021.

Desde 2019 é o curador do MIRA, programa de videoarte da ArtRio. Integra o corpo curatorial da Despina, centro de pesquisa e residência artística no Rio de Janeiro, sob a direção de Consuelo Bassanesi. No Cineclube do espaço, já promoveu a exibição de filmes e conversas com artistas como Cristiano Lenhardt, DISTRUKTUR e Karim Aïnouz.

Como jornalista, foi editor assistente de cultura do Jornal do Brasil (2014-2017) e hoje colabora com veículos como o El País Brasil. Co-organizador, junto da crítica e curadora Luisa Duarte, do livro No tremor do mundo – Ensaios e entrevistas à luz da pandemia (Editora Cobogó, 2020).

 

Curador convidado Pivô Satélite 2021 #2

Davi Pontes (São Gonçalo, 1990)

É artista, coreógrafo e pesquisador. Formado em Artes pela Universidade Federal Fluminense e Mestrando no Programa de Pós Graduação em Artes (Estudos Contemporâneos das Artes) da mesma instituição. Estudou na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo ESMAE (Porto, Portugal).

Desde 2016 tem apresentado o seu trabalho em galerias de arte e festivais nacionais e internacionais, sobretudo na University of Pennsylvania (EUA), Pivô (São Paulo), Centro Cultural de Belém (Lisboa), Rua das Gaivotas 6 (Porto), Galeria Vermelho (São Paulo), Valongo Festival Internacional da Imagem (São Paulo), Programa Rumos Itaú Cultural 2021, Panorama Festival (Rio de Janeiro), Artfizz – HOA Galeria (EUA) e residente no Programa Pivô Arte Pesquisa, no Programa de Residência Pesquisa em artes MAM Rio e na Escola Livre de Artes – ELÃ entre outros. Dirigiu o filme Delirar o racial em parceria com o artista Wallace Ferreira, obra comissionada pelo Programa Pivô Satélite, 2021.

A partir de uma pesquisa corporal, sua prática carrega o constante desafio de posicionar a coreografia para responder às suas próprias condições ontoepistemológicas -, atender politicamente diante das condições em que está sendo praticada. O artista tem dedicado a sua prática em aprofundar os conceitos de racialidade, coreografia e autodefesa e dos seus funcionamentos a partir da ideia de arquivo contidas na produção da História.

 

Wallace Ferreira (Rio de Janeiro, 1993).

Artista da dança, performer, artista visual. Nascido e criado em Vigário Geral, subúrbio do Rio de Janeiro sua primeira referência artística surge na infância com sua família, onde todos dançam e constroem suas relações através do afeto e movimento. Com incentivo de seu pai inicia seus estudos em dança ainda criança. Projetando futuros antes sonhados.

Graduando em Dança pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Constrói estratégias e coreografa ações para escapar das representações. Através de praticas indisciplinares suas criações provocam acidentes em entre as linguagens na dança, teatro, performance e artes visuais, investindo na percepção de si como um caminho possível de sonhos musculares. Através de outras perspectivas, novas visões de si.

Seu trabalho é também uma obsessão em adentrar camadas do invisível, habitando as fragilidades, acúmulo de movimentos que desejam borrar certezas e disputar narrativas. Trair as palavras e produzir imagens para tocar com os olhos.

Movida pelos desafios de tensionar o presente, desde 2017 tem apresentado seus trabalhos em galerias de arte, festivais nacionais e internacionais como Pivô Satélite, Festival Panorama, ArtRio, Exposição Presença, HOA ART, Artfizz. Entre seus trabalhos mais recentes, destacam-se a trilogia “Repertório” em parceria com o artista Davi Pontes que esteve na Mostra VERBO da galeria Vermelho, Valongo Festival Internacional da Imagem em São Paulo, Segunda Preta, Belo Horizonte, Anita schwartz galeria de arte, Rio de Janeiro.

Artistas participantes do Pivô Satélite #2

Nasceu em Belém/PA, 1992. Vive e trabalha entre Rio de Janeiro e São Paulo. Graduou-se em Artes Visuais pela Universidade Federal do Pará (UFPA). As práticas performáticas de Rafael Bqueer partem de investigações sobre arte política, sexualidade, afrofuturismo e decolonialidade. Drag queen e ativista LGBTQI+, Bqueer tem um trabalho que dialoga também com vídeo e fotografia, utilizando de sátiras do universo pop para construir críticas atentas às questões da contemporaneidade. Atua de forma transdisciplinar com vivências entre a moda, escolas de samba e arte contemporânea. Já participou de exposições nacionais e internacionais, destacando: “Against, Again: Art Under Attack in Brazil"- Shiva Gallery em Nova York (2020) e a individual “UóHol” no Museu de Arte do Rio (2020). Artista premiade na 8º Edição da Bolsa de fotografia da Revista ZUM - Instituto Moreira Salles (2020) e 7º edição do Prêmio FOCO Art Rio (2019). Selecionade para a 30ª edição do Programa de Exposições Centro Cultural São Paulo- CCSP (2020); participou da residência Artística AnnexB em Nova York (2019). Foi indicade ao Prêmio Marcantônio Vilaça (2019) e Prêmio EDP nas Artes do Instituto Tomie Ohtake (2018). Suas obras fazem parte dos acervos do Museu de Arte do Rio (MAR), Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM) e Museu do Estado do Pará (MEP).   Participante do Pivô Satélite #2 Participou do projeto Aparamento, parceria entre o Pivô e a Yes I Am Jeans para a SP–Arte, com curadoria de Alexandre dos Anjos e do Pivô Participou da exposição Entre Nós: dez anos da Bolsa Zum/IMS em 2023  
Diambe da Silva é nascida e criada na periferia do Rio de Janeiro. Sua produção artística se move entre cinema, escultura e coreografia e frequentemente lidando com materialidades como cimento, comida, gravura, fotografia e palavra que são elaboradas na medida em que cria comparsas em situação de diáspora. Esse corpo de práticas e objetos tem sido exposto em lugares como Museu de Arte do Rio (Casa Carioca), Paço Imperial (Esqueleto, uma história do Rio), Galpão Bela Maré (Transcendências), Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Arte Naïf; Estopim e Segredo), Carpintaria – Fortes D’Aloia e Gabriel (Escrito no corpo), Despina (Cartões de revisita) e 25º Salão de Artes de Anápolis. Também participou nas residências MAM/Capacete  (2020),  Despina  (2019),  Estado  crítico  (2018)  e do programa itinerante Residência Cem Teto (2019-2020).   http://cargocollective.com/diambe https://vimeo.com/387099169 Instagram: @diambe_eu_vc   Diambe é participante do Pivô Satélite #2
Anarca Filmes é uma proposição coletiva em cinema e arte contemporânea que existe desde 2014. Seus filmes, vídeos, festas e residências artísticas manifestam-se como dispositivos relacionais, que exercitam a coexistência da diferença. Criam interlocuções entre presenças e espaços, expandindo seus suportes e temporalidades pelo diálogo com as linguagens da performance, instalação, vídeo e internet. Influenciados pelas tensões políticas no Brasil a partir de 2013, os artistas integrantes iniciam suas atividades na noite do Rio de Janeiro e de Recife, registrando e fomentando movimentos politicamente engajados, além de festas e espaços voltados à produção de impacto social. Sempre em diálogo com uma rede de artistas, ativistas, cineastas, terapeutas, produtoras culturais, pesquisadoras e educadoras de todo o Brasil. Suas obras já foram exibidas em festivais e instituições na Holanda, Portugal, Alemanha, México e diversos estados do Brasil. Atualmente possuem cópias disponíveis online e no acervo da Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Participam do Pivô Satélite: Amanda Seraphico, Clarissa Ribeiro e Lorran Dias.   Assista aqui   Clarissa Ribeiro Diretora de cinema, montadora e artista visual, Clarissa Ribeiro é formada em audiovisual pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Em 2013 dirigiu e montou seu primeiro curta-metragem: "CHOQUE", recebendo prêmio de "Melhor Contribuição à Linguagem Cinematógrafica" no Festival Internacional de Cinema de Arquivo (REcine 2013) . Em 2015 foi co-criadora do coletivo ANARCA FILMES, uma produtora audiovisual independente e experimental, onde trabalha até hoje como diretora, montadora, atriz e diretora de fotografia. Seu segundo filme: "X-MANAS" (2017) rodou mais de 20 festivais e mostras de cinema nacionais e internacionais, como Olhar Internacional de Cinema e Berlin Porn Film Festival. No final de 2019 finalizou seu terceiro filme "A Carne é Beijo e o Avesso Água", selecionado para o 7º RECIFEST - Festival da Diversidade Sexual e de Gênero.  Em 2018 co-idealizou o “Projeto ANTI de Residência Fílmica Antifascista“ no Espaço Independente de Arte SARACVRA, onde durante um mês, coordenou a produção e finalização de 8 filmes. Entre seus principais trabalhos podemos destacar os filmes: "Noite Escura de São Nunca"(2015), ganhador do prêmio de Melhor Curta pelo Júri da Crítica na 19ª Mostra de Cinema de Tiradentes, onde trabalhou como atriz e diretora de fotografia; "Perpétuo" (2018), de Lorran Dias, selecionado para o 48th International Film Festival Rotterdam, onde exerceu a função de montadora;  e "Uma Paciência Selvagem me Trouxe Até Aqui" (2021), dirigido por Érica Sarmet, onde trabalhou como atriz e montadora. Atualmente concentra suas pesquisas artísticas na área de noise music, tendo lançado seu primeiro EP "A Serpente das Escamas de Cristal" em Junho de 2020. Além disso, Clarissa também atua como produtora e DJ do Isoporzinho das Sapatão, evento voltado para a ocupação de espaços públicos por mulheres lésbicas e bissexuais.   Lorran Dias Lorran Dias é cineasta, artista, curador e roteirista residente na Favela da Maré, Rio de Janeiro.  É diretor artístico e programador de conteúdo da TV Coragem (Programa Convida, IMS,2020), dirigiu e montou o documentário Novo Rio (2020), dirigiu e roteirizou Perpétuo (International Film Festival Rotterdam 2019), entre outros títulos e residências fílmicas com a Anarca Filmes. É graduado em Cinema e TV pela Escola de Comunicação Social da UFRJ com o trabalho "Disputas Sensíveis: Ensaio-Manifesto contra o Olhar Colonial". Estagiou na produtora Taiga Filmes (2015) e desde então atua na indústria do audiovisual com assistência de direção, roteiro e script doctoring. Desde 2017 participa da curadoria do festival Semana de Cinema/Semana dos Realizadores, sendo curador do Cinerama Cineclube e de suas mostras anuais de cinema brasileiro contemporâneo (2014-2017). A instalação Transmission: When Ficcion Becomes History (C+CSJS of UBC's Research Excellence Cluster) está disponível na plataforma Ehcho.org. Seus últimos trabalhos foram viabilizados pelo Instituto Moreira Salles, Critical + Creative Social Justice Studies da University of British Columbia (Canadá), Heinrich Boll Stiftung (Alemanha/Rio), Observatório de Favelas (Rio) e reconhecidos pelo The Documentary Impact Producer Relief Fund da Doc Society (Londres/Nova York).   Amanda Seraphico Amanda Seraphico "Badgaleto", é graduada em Audiovisual na Escola de Comunicação da UFRJ e formada no curso de Produção Executiva da Academia Internacional de Cinema. Também é uma das fundadoras da Anarca Filmes, em que se revela como roteirista, diretora, produtora, performer e editora de vídeos e filmes como "Badgaleto - No Limite da Morte" e "O Conto do Nunca Mais", exibido no ArtRio 2019. Dirigiu e atuou em "A Lenda do Galeto Vegano", feito em parceria com a artista visual Sosha. Atualmente, também tem explorado a linguagem do design gráfico criando cartazes.   Anarca Filmes é participante do Pivô Satélite #2.
Diane Lima
C
Diane Lima é curadora independente, crítica e pesquisadora. Mestra em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, seu trabalho consiste em experimentar práticas curatoriais contemporâneas em perspectiva decolonial. Atualmente integra a equipe curatorial da 3ª edição de Frestas – Trienal de Artes do SESC-SP e desde 2018 assina a curadoria do Valongo Festival Internacional da Imagem. Entre seus principais projetos destaca-se a idealização do programa de arte-educação AfroTranscendence; a curadoria entre 2016 e 2017 do programa de exposições Diálogos Ausentes do Itaú Cultural e a participação em 2018 no Grupo de Críticos de Arte do CCSP. Em 2019 foi co-curadora da Residência PlusAfroT e da exposição coletiva Lost Body - displacement as choreography ambos projetos ocorridos em Munique-Alemanha. Jurada de diversas comissões de seleção e premiação, é docente da Especialização em Gestão Cultural do Itaú Cultural e editorialmente trabalha na co-curadoria de duas publicações de arte contemporânea, uma pela Act. e outra pela editora francesa Brook, ambas no prelo.  

Ana Raylander Mártis dos Anjos é nascida no cafundó do mundo (1995, MG), atualmente vive em São Paulo. Em sua prática procura estabelecer um diálogo entre a história coletiva e a sua própria história, o que tem chamado de prática em coralidade, envolvendo grupos de pessoas para colaborações e experiências de aquilombamento. Com formação em palhaçaria, bacharelado em Artes Visuais pela Universidade Federal de Minas Gerais (Brasil) e Arte e Multimédia pela Escola Superior Gallaecia (Portugal), entende sua atuação como um fazer interdisciplinar e transversal*. Vem recorrendo com frequência aos saberes da educação, escrita, performance e brincadeira como forma de compor um maquinário verbal, corporal e ético para discutir suas urgências em projetos de longa duração. Foi contemplada com uma residência na Adelina Instituto (2019) e com o Prêmio de Residência EDP nas Artes, do Instituto Tomie Ohtake (2018), realizou o projeto Coral de Choros, no Programa de Exposições do CCSP (2018), participou de mostras na Galeria Aura, Centro Cultural UFMG, XIX Bienal Internacional de Cerveira e Novas Poéticas. Realizou mostras individuais no Brasil e Espanha. Em 2020 fez o primeiro levantamento de artistas transmasculinos e não-binários nas artes visuais, reunindo 90 nomes.

 

Artista participante do Pivô Satélite #1.

Diego Araúja é natural de Salvador-BA, Brasil, e produz arte de modo expandido. Suas mídias são literárias, visuais, cênicas e cinematográficas; exercendo funções de diretor, dramaturgo, roteirista e artista visual. Desde 2013 dirige o processo Estética Para um Não-Tempo, com o objetivo de instaurar um tempo qualitativo que possibilite a produção de memórias afro-diaspóricas emancipadas; o que chama de Fundamentos Futuros. Neste processo, experimenta a criação de oríkì’s (literatura oral de origem yorùbá), o que gerou a obra QUASEILHAS (2018). Em 2017 funda com a artista Laís Machado, a Plataforma ÀRÀKÁ. Em 2018, concebeu uma performance coreográfica para videoinstalação A Marvellous Entanglement, do artista britânico Isaac Julien. No mesmo ano, faz residência artística na Atlantic Center For The Arts (Flórida-EUA), onde cria a videoinstalação Oríkì das Araújas, experimentando vibrações sonoras sintéticas nos oríkì’s. Em 2020, faz residência artística na SAVVY Contemporary (Berlin-GER). Atualmente, Araúja desenvolve um trabalho cinematográfico autoral, ao passo que organiza a fundação do Laboratório Internacional de Crioulo.

Artista participante do Pivô Satellite #1.

biarritzzz (1994, Fortaleza, vive e trabalha em Recife, Brasil) é uma artista transmídia antidisciplinar que investiga as interseções entre linguagens, códigos e mídias. Acredita no amadorismo e na magia como contra narrativas importantes para viver a atual disputa cosmológica. A partir de uma visão crítica sobre digitalidade e virtualidade, biarritzzz discute cultura pop, baixa resolução, pedagogias do meme, políticas do erro e do improviso, estéticas de videogame e internet, com poesia e imagens em movimento. Possui importantes trabalhos em videoarte e uma longa pesquisa em GIF art e live visuals, performance e videomapping, transitando entre as contradições dos cubos brancos e das caixas pretas da noite dissidente do nordeste brasileiro. Faz parte de coleções como Art Base (Rhizome/New Museum), Instituto Moreira Salles (IMS), MIS SP, KADIST Foundation, SPAMM.fr e HIPOCAMPO.art. Já expôs na plataforma Satélite (Pivô Arte e Pesquisa), Galeria A.I.R, Centro Cultural São Paulo, The Wrong Biennale, FILE, The Shed NY, Städtische Galerie Bremen, MAC Goiás, Goethe Institut Porto Alegre entre outros. Faz parte do corpo de artistas dos projetos Unfinished Camp e Amplify D.A.I. (Digital Arts Initiative). Atualmente faz parte do programa Ventre na Galeria Hoa. Artista participante do Pivô Satélite #1 A artista participou do programa de vídeo da mostra 'de montanhas submarinas o fogo faz ilhas', com curadoria de Yina Jiménez Suriel, em 2022.
Rebeca Carapiá nasceu na cidade baixa, Salvador-Bahia. Artista visual formada pela Universidade Federal da Bahia, se interessa pelas relações produzidas entre a linguagem, o conflito, o corpo e o território. A partir da experiência e cotidiano no bairro do Uruguai, espaço que a constitui como artista, vem criando e organizando um conjunto de práticas e reflexões através de diferentes plataformas de exibição, formação e experimentação artística, visíveis e invisíveis ao circuito da arte contemporânea. A artista cria através de esculturas, desenhos, instalações, gravuras, textos e objetos uma cosmologia em torno dos conflitos das normas da linguagem e do corpo, além de ampliar um debate geopolítico que envolve memória, economias da precariedade, tecnologias ancestrais, dissidências sexuais e de gênero e as relações de poder entre o discurso e a palavra. Performando a desconstrução das geografias dos femininos, recorre à experiência com serralheria e materialidades como o cobre e o ferro para confrontar os discursos hegemônicos da arte e da política.   Artista participante Pivô Satélite 2020 #1
SOBRE A EDIÇÃO
OBRAS
CURADORIA
PT | EN
BIOGRAFIA
Ramon Reis
Antropólogo com formação pela Universidade de São Paulo (USP) e pela Universidade Federal do Pará (UFPA), atuando como professor e pesquisador na interface entre a antropologia urbana e os estudos de gênero e sexualidade. Ingressou no campo das Artes Visuais em 2019, de forma independente, a partir de uma foto-performance intitulada “Movimento-Ação”, realizada na Ilha de Cotijuba (PA). Em 2020, iniciou seu processo criativo para a produção de “Corpo (in)finito?”, um ensaio audiovisual que busca compor narrativas sobre vida e morte na paisagem urbana da cidade de Belém. Nesse mesmo ano, apresentou uma performance homônima orientada para vídeo no Pequeno Encontro da Fotografia (modalidade on-line). Ainda em 2020, teve seu primeiro poema autoral (Cotidiano) publicado em uma Antologia Poética, no Concurso Nacional Sarau Brasil. Em 2022, foi selecionado, na categoria Fomento à Produção de Artistas Emergentes da Amazônia Legal, para compor o 40o Salão Arte Pará. Ainda em 2022, lançou de forma independente o curta-metragem “Corpo (in)finito?”. Seus trabalhos são permeados pela relação entre linguagem textual e corporal, como forma de refletir sobre corpo, gênero, sexualidade, território, espaço urbano, memória e ancestralidade.   Participou do Pivô Satélite 2023.
PIVÔ
Satélite 2023

Criada em 2020, a plataforma Pivô Satélite é uma espécie de sala de projetos dentro do site do Pivô. Em seus primeiros anos, seu programa foi concebido por artistas e curadores convidados pela instituição, compreendendo propostas artísticas em formatos variados pensadas especialmente para os meios digitais.

A diversidade e qualidade das propostas que ocuparam a plataforma ao longo dos últimos dois anos nos levaram a pensar em como manter este projeto relevante – e ainda mais experimental. Em 2023, o Pivô propõe outra reformulação no programa Pivô Satélite com o intuito de ampliar o alcance do projeto, trazendo novas discussões e parcerias. A partir de uma análise curatorial e consulta aos patronos que atuam como embaixadores do projeto, identificou-se a relevância dos conteúdos audiovisuais comissionados ao longo dos anos. O impacto desta mídia no Programa foi percebida tanto em termos de recepção e de engajamento do público, quanto no processo de concepção poética e conceitual dos trabalhos, que contribuem ativamente para a cena cultural contemporânea e para a emergência de outras narrativas e imaginários. O projeto passa a ter um caráter de produção anual, dividido em dois momentos de apresentação, entre o primeiro e segundo semestre.

Convidamos, como curadores do projeto, duas importantes instituições no contexto latino-americano: o UV Estudios e o Arte Pará. Com práticas distintas, as duas contribuem para o fomento de uma prática experimental local e para a difusão da arte no contexto latino-americano. Vânia Leal, uma das curadoras do Arte Pará, e Violeta Mansilla, curadora do UV Estudos, são as nossas interlocutoras neste processo e, no primeiro momento de apresentação, o Satélite divulga os trabalhos do artista Ramon Reis e da dupla Florencia Rodriguez Giles e Emilio Bianchic. 

Apesar produzidos em contextos distintos e de forma independente, existem diálogos entre os dois filmes. Ambos partem de um desejo de imaginar alternativas às formas de habitar o planeta que construímos enquanto civilização moderna ocidental no Capitaloceno. A seu modo, ambos os filmes, são um chamamento para que criemos histórias a serem contadas pelo ser humano e pelas diversas espécies que compartilham com ele o mundo. O Satélite 2023 é um convite para ‘pensar diferentemente’ e para criar ficções mobilizadora de outros mundos.

 

[1] PLUMWOOD, Val. Nature in the active voice. In: The handbook of contemporary animism. Routledge, 2014. p. 441-453.

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BIOGRAFIA
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UV Estudios
Em 2015 surgia o UV Estudios desde as profundezas das performances e perucas como uma residência/galeria/projeto de trabalho participativo e de exposição em uma casa na cidade de Buenos Aires. Seu espírito desafiador e inspirador permitiu explorar a arte em colaboração, realizando mais de 70 exposições, performances, festas, feiras internacionais e intensas colaborações com outros projetos na América Latina e no Caribe. Em 2020, o UV transformou-se, colocando fim a UV Galeria, e se tornando um escritório de projetos. Hoje é apresentado como um espaço de pesquisa, diálogo e colaboração com artistas, curadores, gerentes, galerias, instituições, amigos e outras exposições ao redor do mundo. Em dezembro de 2022, abre seu novo espaço na cidade de Santa Fé. O UV Estudios foi curador do Pivô Satélite 2023.  
Arte Pará

O Arte Pará chegou, em 2022, na sua 40ª edição e surgiu do projeto idealizado pelo jornalista Romulo Maiorana (1922-1986), no início dos anos 80, de criar um espaço de apoio ao artista paraense e um diálogo da região Norte com o país. Num momento da história em que a Amazônia não gerava expectativas em âmbito global, Maiorana despertou a sensibilidade do público por meio da função social da arte, a partir de um espaço de encontro e estímulo aos artistas.

O Arte Pará nasceu com a vocação de estabelecer a presença da Amazônia no mapa das artes como um salão. Ao longo de suas edições ininterruptas, tornou-se um projeto de arte e educação nacional e lugar de troca intelectual entre artistas, curadores e agentes culturais, além de espaço de reflexão e crítica, que legitima jovens artistas emergentes. Há mais de 20 anos, Paulo Herkenhoff, um dos críticos de arte e pensadores mais relevantes do país, está à frente do Arte Pará, como curador geral do evento.

Com trajetória profissional que articula o trabalho institucional e a pesquisa inovadora, Paulo foi curador adjunto no departamento de pintura e escultura do Museu de Arte Moderna de Nova York, o MoMA (1999-2002), curador geral da Bienal de São Paulo e curador do Pavilhão brasileiro na 47a Bienal de Veneza. Foi consultor da IX Documenta Kassel, na Alemanha (1991). Para ele, o Arte Pará tem “importante papel de socialização da arte, desenvolvido pelo processo educacional, muito mais que mercado de arte’’.

O projeto educativo do Arte Pará é um dos mais abrangentes no âmbito nacional e oferece um parâmetro de relacionamento entre um complexo de comunicação e inserção social da arte.

Vânia Leal
Mestre em Comunicação, Linguagem e Cultura.  Curadora Educacional do Projeto Arte Pará desde 2007 até o presente momento. Atua na área de curadoria e pesquisa em Artes, tendo participado  de júris de seleção e premiação e organizações de salões. Avaliadora de seleção Rumos Itaú Cultural edição 2015 e 2016. Avaliadora de seleção Rumos Itaú Cultural 2017/2017. Curadora indicadora Prêmio Pipa 2017. Curadora da Exposição Mastarel: Rotas Imaginais da artista Elaine Arruda no Banco da Amazônia em 2019 – Belém-PA. Curadora Exposição Tecidos de Certeza da artista Elisa Arruda na Galeria Elf em 2019 – Belém-PA. Comissão de Seleção do 24º Salão Anapolino de Arte – em 2019. Comissão de Seleção do Edital Rumos Itaú Cultural 2019/2020. Curadora da Exposição Em Casa da artista Elisa Arruda no Banco da Amazônia no ano de 2021, Belém -PA. Organizadora da Coleção Guajará para o Museu de Artes Plásticas de Anápolis GO no ano de 2021. Curadora da Exposição da Coleção Eduardo Vasconcelos nas Galerias Theodoro Braga e Benedicto Nunes no Centur em Belém PA no ano de 2021. Júri do Programa de Residências do Instituto Inclusartiz – RJ em 2022. Comissão Julgadora do 32º Programa de Exposições CCSP – Centro Cultural São Paulo 2022. Curadora da Exposição da Coleção Eduardo Vasconcelos – Desnudo - 2022. Curadora adjunta do Projeto Arte Pará 2022. Curadora da Exposição A Inversão do cotidiano da artista Elisa Arruda na Galeria Ruy Meira em Belém, Pará, 2022. Curadora da exposição Gravado na Alma da Coleção Eduardo Vasconcelos no Banco da Amazônia em Belém Pará, 2023. Curadora da primeira Bienal das Amazônias em 2022 e 2023. Vive e trabalha em Belém.
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Violeta Mansilla

Violeta Mansilla (Santa Fé, Argentina, 1987) trabalha como curadora, produtora, hostess, gerente, professora e advogada. Desde 2015, é diretora do UV, um projeto de residência, pesquisa e exposição que, de 2015 a 2020, funcionou em uma casa no bairro de Villa Crespo, em Buenos Aires, onde foram realizadas mais de 60 exposições individuais e coletivas, perfuchs, apresentações, workshops e festas. Desde 2022, abriu suas portas em uma nova casa no centro histórico da cidade de Santa Fé. Trabalhou com galerias, instituições e projetos em toda a Argentina, bem como na América Latina, Europa e Estados Unidos. Alguns de seus trabalhos de curadoria incluem “MD” na Fundación ICBC (Buenos Aires) em 2017; “LCD LSD LED”, no Museo Arte Contemporáneo (Montevidéu) em 2018; “Sub-versiones” na Galería KM (Porto Rico) em 2019, “Camp Fires” no Last Tango, Shedhalle e Tanzhaus em (Zurique) em 2021, “Invernadero Club” no Toxi Space (Zurique). Seu trabalho foi analisado no ARTFORUM, ARTnews, The art Newspaper, Terremoto, entre outros. De 2020 a 2022, trabalhou como curadora do Programa de Residência da Fundação Ama Amoedo, no Uruguai. Violeta vive e trabalha entre Buenos Aires e Santa Fé.

Foi curadora do Pivô Satélite 2023.

PIVÔ
Satélite 2023
Mónica Heller
Keyla Sobral
Emilio Bianchi, Florencia Rodriguez Giles
Ramon Reis
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